A vida de uma garota de 30 anos

Medo do BEDA

Gente, confesso que estou começando a ficar com um pouco de medo do BEDA (blog every day August – escreva todo dia em agosto). Rapidamente, vocês podem objetar: como assim? Não é você que escreve todos os dias? Sim, pois é, pois é... mas acontece que eu também gosto de ler o que vocês escrevem sempre que posso, e gosto de ler tudinho mesmo. E, agora, percebo que vocês estão todos muito quietinhos, só preparando o arsenal em casa. Quero ler tudo! Mas será que vou dar conta?

Me pergunto isso porque acompanho muitos blogs incríveis, aqui no Bear e em outras plataformas. E, além disso, fui promovida para um cargo mais alto na editora para fechar o projeto nesse próximo mês! Ou seja, o BEDA vai coincidir com esse cargo novo, no qual eu ainda precisarei me adaptar ao novo fluxo de trabalho. Torço genuinamente para que tudo dê certo. Que eu consiga escrever os meus textos, ler o de vocês e trabalhar em um ritmo cadenciado, que permita outras coisas para a minha cabeça e para a vida em geral. Em relação a essas situações, sou otimista. Procuro sempre confiar antes de desconfiar. Muitas vezes já escrevi aqui que eu torço para que as coisas deem certo, e no final das contas, elas deram. Será um novo tipo de magia? Então, escrevo aqui: vou torcer para dar certo!

Mas, independentemente de dar certo, estava pensando aqui comigo em como vou aproveitar esse momento do BEDA. Como as palavras serão de suma importância nesse mês, pensei em trazer alguns posts mais visuais, com mais imagens, obras de arte etc. e tal. Quem sabe finalizo aquela série do Van Gogh, que comecei no início do blog e que tem como objetivo explorar imagens incríveis. Quem sabe até abordo algumas páginas do meu sketchbook, mostro algumas pinturas que fiz antigamente e outras coisinhas assim. Assim consigo trazer um alívio para os meus olhos e, quem sabe, para o de vocês, que estarão com os Feed RSS inundados de palavras. Que benção!



Outras coisinhas que estão acontecendo por cá:


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Beijos,


Uma garota de 30 anos



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  1. E, aqui, não digo que o texto da Diel tenha sido como uma mera polêmica de Twitter. Pelo contrário, acho que ela deu voz ao sentimento de muita gente.